Terça-feira, 8 de Abril de 2008

Investigação e Síntese da Análise das Cidades Criativas UNESCO

Após uma análise exaustiva às Cidades Criativas UNESCO, chegámos à breve conclusão que, quase todas, tiveram uma iniciativa comum: reaproveitar os seus recursos naturais, a sua história, a sua cultura, as suas tradições, muitas delas milenares. Não foi preciso empregar a mais avançada tecnologia de ponta, nem fazer grandes concentrações científicas para dinamizar a cidade/região. Apenas foi preciso um estudo conciso e objectivo de todo um potencial físico e humano, de forma a colocar no mapa do mundo regiões como, por exemplo, a região de Aswan (Egipto).

Nesta, praticamente não houve uma inovação propriamente dita: houve sim a dinamização dos recursos naturais dos quais a região dispunha, e a divulgação megalómana da arte, do artesanato, das tradições, enfim, de uma cultura que se julgava apagada e, de certa forma, inútil.

O mesmo sucedeu em Santa Fé, onde o intercâmbio cultural entre minorias étnicas, como os povos indígenas, fez ouvir o seu eco no mundo através da criação da Feira Internacional de Artesanato.

Regressando à Europa, vejamos o exemplo de Berlim, capital de um país com uma história da Arte intimamente ligada ao Design (criação da “Bauhaus” em Dessau, 1933). Berlim utilizou essa mesma expressão artística para mostrar efeitos/conquistas sociais, económicas e culturais, influenciando movimentos nacionais e internacionais, e desenvolvendo a indústria do design.

Já do outro lado do Atlântico, em Montreal, o design foi utilizado não como uma mera expressão de arte contemporânea, mas também para combater problemas de índole social, como a exclusão e promover a pluralidade de valores, criando assim a harmonia perfeita entre os valores morais e sociais, a realidade do século XXI e o conceito de cidadania.

Após a enumeração destas cidades, podemos afirmar com firmeza que o importante não é criar algo de novo e de extraordinário, mas sim saber aproveitar de forma racional, útil e criativa os recursos dos quais dispomos, de forma a criar uma população mais aberta, mais desenvolvida e, por consequência, mais adaptada à realidade do século XXI.

Publicado por vanguardasfuturistas às 09:59

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